Estávamos em 3 professores (Natália-visuais, Renata-dança e Erik-teatro) e 7 alunos. Iniciamos a aula aproveitando a tapete colorido, ainda na sala...
Fizemos um aquecimento utilizando a idéia das cores e partes do corpo, desta vez caminhando para trabalharem mais em grupos, uma necessidade que sentimos nessa turma na semana passada.
Após este primeiro momento, criamos também uma situação de apresentação das danças uns para os outros onde um dançava, um fotografava e os outros tocavam diferentes instrumentos, que determinavam a altura dos planos para o dançarino. Foi muito interessante vê-los fotografar! Pedi que pensassem nas partes do corpo e nas alturas também no momento dos registros e todos ficaram completamente imersos...
Na volta do lanche, ainda sobre o tapete colorido, conduzimos a proposta para que pensassem no percurso que faziam, trazendo de volta a linha como elemento principal. Escolheram uma cor e só se movimentavam por ela, depois uma seqüência a ser repetida e a então foram sendo criados critérios para as cores na seqüência.... foi bem divertido, gostam muito deste jogo.
A partir desta idéia do percurso, formamos duplas onde um começaria desenhando e o outro registrando (depois inverteram). A idéia é que quem dança e quem registra pense nas qualidades das linhas que estão produzindo: peso, velocidade, ritmo, repetição, fluidez, espessura, força, etc e ambos vão aos poucos descobrindo as formas de representá-las (com o corpo ou o pastel). Fluiu muito bem, a conversa foi interessante, buscaram as correspondências entre o movimento e a linha.
O registro foi feito em um único papel, todos juntos e no final, depois de discutir as linhas individualmente como percursos e registros, decidimos como continuaríamos o desenho e o finalizamos em grupo.
domingo, 25 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
14/10
Hoje recebemos 2 alunas novas, e tivemos um total de 14 alunos!
Pudemos experimentar uma aula cheia de cores e danças. Fizemos um percurso de descoberta das diferentes partes do corpo e a coordenação de seus movimentos dentro de um divertido e desafiante jogo do tapete colorido. Este tapete foi feito por pequenos pedaços de papéis coloridos colados ao chão.

Tínhamos uma sala inteira coberta pelas cores. O objetivo do jogo era colar a parte do corpo indicada pelas educadoras à cor mencionada. A partes coladas ao chão se somavam de forma que cedo ou tarde nossos corpos estavam completamente enrolados, torcidos, travados. Foi divertido. Todo este jogo foi feito ao som de ritmos do tambor o que o tornou mais desafiador, pois havia um ritmo a seguir.

Este jogo se desenvolveu e em determinado momento imaginamos as cores preenchendo todo o espaço da sala e não somente o chão e pudemos dançar com as cores imaginárias que flutuavam pelo espaço. Esta imaginação tornou nossa dança muito mais bonita e interessante de se fazer e de se assistir.

Pudemos experimentar uma aula cheia de cores e danças. Fizemos um percurso de descoberta das diferentes partes do corpo e a coordenação de seus movimentos dentro de um divertido e desafiante jogo do tapete colorido. Este tapete foi feito por pequenos pedaços de papéis coloridos colados ao chão.

Tínhamos uma sala inteira coberta pelas cores. O objetivo do jogo era colar a parte do corpo indicada pelas educadoras à cor mencionada. A partes coladas ao chão se somavam de forma que cedo ou tarde nossos corpos estavam completamente enrolados, torcidos, travados. Foi divertido. Todo este jogo foi feito ao som de ritmos do tambor o que o tornou mais desafiador, pois havia um ritmo a seguir.


Este jogo se desenvolveu e em determinado momento imaginamos as cores preenchendo todo o espaço da sala e não somente o chão e pudemos dançar com as cores imaginárias que flutuavam pelo espaço. Esta imaginação tornou nossa dança muito mais bonita e interessante de se fazer e de se assistir.

Num segundo momento, já estendidos ao chão e cansados de dançar, relembramos que partes haviam sido tocadas nas cores durante as danças realizadas e pudemos visualizar as cores que teriam colado ao nosso corpo se as cores do chão e da imaginação fossem feitas de tinta.


terça-feira, 13 de outubro de 2009
07/10
Infelizmente, chuva! Precisamos chegar nos pais...
5 alunos no total, sendo da nossa turma somente a Emily.
Foi também uma semana atípica pois o beck estava sendo preparado para uma festa, organizada pelo pessoal do “São Paulo é uma escola” para a qual fomos convidados. Todos os vidros do 2o andar foram cobertos de papel, e ficamos de olho na papelada!
Considerando todas as questões, optamos por não fazer a aula planejada mas, para não fugir tanto do planejamento, fechamos na idéia do corpo e forma.
Iniciamos com um aquecimento, tocando nossos corpos percebendo as formas e seguimos com jogos de dança, pensando em torções no corpo. Variando tempo, ritmo, duplas, todos juntos... experimentando muito nossos corpos e suas possibilidades. Nesses jogos, trabalhamos as pausas e pretendíamos chegar às formas, ao contorno do corpo.
Criamos então uma espécie de circuito onde 1 criança tocava, 2 dançavam e nas pausas, voltavam sempre à mesma posição pois outras 2 crianças estavam registrando a forma deste corpo transformado pelo movimento, fazendo recorte ou desenhando com giz.




5 alunos no total, sendo da nossa turma somente a Emily.
Foi também uma semana atípica pois o beck estava sendo preparado para uma festa, organizada pelo pessoal do “São Paulo é uma escola” para a qual fomos convidados. Todos os vidros do 2o andar foram cobertos de papel, e ficamos de olho na papelada!
Considerando todas as questões, optamos por não fazer a aula planejada mas, para não fugir tanto do planejamento, fechamos na idéia do corpo e forma.
Iniciamos com um aquecimento, tocando nossos corpos percebendo as formas e seguimos com jogos de dança, pensando em torções no corpo. Variando tempo, ritmo, duplas, todos juntos... experimentando muito nossos corpos e suas possibilidades. Nesses jogos, trabalhamos as pausas e pretendíamos chegar às formas, ao contorno do corpo.
Criamos então uma espécie de circuito onde 1 criança tocava, 2 dançavam e nas pausas, voltavam sempre à mesma posição pois outras 2 crianças estavam registrando a forma deste corpo transformado pelo movimento, fazendo recorte ou desenhando com giz.



Paramos para o lanche e voltamos agora para reconstruir nossos corpos, a partir da experiência com o movimento. Cada um escolheu uma posição, deitou-se sobre o papel e foi contornado. Fizeram em duplas, já pensando que nossos corpos iriam para a “balada”.... usamos os corpos para ocupar o 2o. andar, colando sobre os papéis ali colocados.

domingo, 4 de outubro de 2009
30/09
Juntamos novamente as turmas e tivemos 11 crianças! as nossas 5 meninas fiéis e mais 6 da turma do Erik.
Iniciamos com um rápido aquecimento em roda, onde um ia para o centro e os demais transmitiam o calor de suas mãos, todos juntos, da cabeça aos pés! Bem gostoso...
Depois, iniciamos um jogo de estátua, onde ao andarem pensávamos nas linhas e formas e quando parassem, em duplas, trios ou quartetos, tinham que estar na mesma pose.
Caminhávamos para o contato com o outro, a observação...
Propopusemos então um jogo de manipulação do corpo do outro, mas em movimento. Em duplas, um impulsionava e o outro continuava o movimento, realizando a seguir a dança destes movimentos sozinho. Foi bastante divertido...
Pertimos para uma proposta de "espelho" em duplas, variando os "mestres"

...e aí cada dupla apresentou a sua.

Voltando para o grupo, outro jogo de dança, agora de siga o mestre com um movimento se repetindo, entrando um a um e depois saindo o primeiro, para todos serem os mestres.

Se concentraram bastante e acho que puderam perceber algumas sutilezas nos movimentos, como um passo pode ser dado de diferentes formas, por exemplo...
Estava frio, nos aquecemos para o lanche e voltamos para o desenho. Desenho de observação do outro. Optamos pelo lápis e giz, e não a tinta neste encontro, para priorizar a observação e a forma.


Sabíamos que não se tratava de um exercício fácil... para alguns é mais difícil olhar para o outro, "encarar", e riem muito, enquanto para outros a dificuldade está na represetação. Mas foi ótimo! Ficou um clima bom, todos concentrados...
Desenhista e seu modelo:





...e todos satisfeitos com os resultados! Já foram para o desenho com alguma sintonia com suas duplas o que certamente ajudou muito...
Iniciamos com um rápido aquecimento em roda, onde um ia para o centro e os demais transmitiam o calor de suas mãos, todos juntos, da cabeça aos pés! Bem gostoso...
Depois, iniciamos um jogo de estátua, onde ao andarem pensávamos nas linhas e formas e quando parassem, em duplas, trios ou quartetos, tinham que estar na mesma pose.
Caminhávamos para o contato com o outro, a observação...
Propopusemos então um jogo de manipulação do corpo do outro, mas em movimento. Em duplas, um impulsionava e o outro continuava o movimento, realizando a seguir a dança destes movimentos sozinho. Foi bastante divertido...
Pertimos para uma proposta de "espelho" em duplas, variando os "mestres"

...e aí cada dupla apresentou a sua.

Voltando para o grupo, outro jogo de dança, agora de siga o mestre com um movimento se repetindo, entrando um a um e depois saindo o primeiro, para todos serem os mestres.

Se concentraram bastante e acho que puderam perceber algumas sutilezas nos movimentos, como um passo pode ser dado de diferentes formas, por exemplo...
Estava frio, nos aquecemos para o lanche e voltamos para o desenho. Desenho de observação do outro. Optamos pelo lápis e giz, e não a tinta neste encontro, para priorizar a observação e a forma.


Sabíamos que não se tratava de um exercício fácil... para alguns é mais difícil olhar para o outro, "encarar", e riem muito, enquanto para outros a dificuldade está na represetação. Mas foi ótimo! Ficou um clima bom, todos concentrados...
Desenhista e seu modelo:





...e todos satisfeitos com os resultados! Já foram para o desenho com alguma sintonia com suas duplas o que certamente ajudou muito...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
23/09
A chuva atrapalhou o PIÁ novamente!
Das nossas pequenas só veio a Emily, da turma do Erik, só o Guilherme e mais a Denise, nossa pequena turista (que passeia por todas as turmas)!
Eu e Renata nos dividimos, a Re foi cuidar de divulgação e listas, e eu e o Erik assumimos a "turma".
Decidimos não dar prosseguimento aos nossos planejamentos, já que as turmas estavam assim tão desfalcadas!
Propusemos então um jogo com as bolas pensando no ritmo, atentos aos som que produzíamos. A seguir, colocamos à disposição das crianças os instrumentos que temos...
... e sugerimos que experiementassem individualmente, um em cada canto da sala.



Exploramos possibilidades diferentes de tocar os mesmos intrumentos e os ritmos, incentivando a criação de "frases". Depois em círculo tentamos integrar nossos sons.
Propusemos a seguir que tentassem registar os sons que produziram com cada instrumento. Discutimos bastante a escolha das cores pensando principalmente em tom e brilho, buscando correspondências. Eles misturavam a cor e tocavam novamente o intrumento, voltavam à cor e assim por diante, até resolver!
No final da aula nos divertimos ainda mais, criando circuitos, novamente pensando em alturas e ritmo. Nesse dia, não queriam ir embora! Pediram mais 3 horas!
Das nossas pequenas só veio a Emily, da turma do Erik, só o Guilherme e mais a Denise, nossa pequena turista (que passeia por todas as turmas)!
Eu e Renata nos dividimos, a Re foi cuidar de divulgação e listas, e eu e o Erik assumimos a "turma".
Decidimos não dar prosseguimento aos nossos planejamentos, já que as turmas estavam assim tão desfalcadas!
Propusemos então um jogo com as bolas pensando no ritmo, atentos aos som que produzíamos. A seguir, colocamos à disposição das crianças os instrumentos que temos...
... e sugerimos que experiementassem individualmente, um em cada canto da sala.


Exploramos possibilidades diferentes de tocar os mesmos intrumentos e os ritmos, incentivando a criação de "frases". Depois em círculo tentamos integrar nossos sons.
Propusemos a seguir que tentassem registar os sons que produziram com cada instrumento. Discutimos bastante a escolha das cores pensando principalmente em tom e brilho, buscando correspondências. Eles misturavam a cor e tocavam novamente o intrumento, voltavam à cor e assim por diante, até resolver!
No final da aula nos divertimos ainda mais, criando circuitos, novamente pensando em alturas e ritmo. Nesse dia, não queriam ir embora! Pediram mais 3 horas!
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