Para isso, antes fizemos uma série de danças que aguçaram nossa percepção sobre as partes que compõe o corpo e o inteiro. Fizemos danças muito rápidas e muito lentas pelo espaço. Fizemos uma dança da queda, quando deveríamos realizar uma dança para o espaço entre estar em pé e estar no chão.
Também exploramos esta dança em diversas dinâmicas. Por último exploramos as danças que partiam de uma só parte do corpo, impulsionando o movimento pelo espaço. As crianças adoraram este momento de criação, uma vez que elas poderiam escolher de onde nasceria a sua dança: do cotovelo, da cabeça, dos pés etc. Ao final elas propuseram que fossem feitas danças com partes concomitantes ou com todo o corpo e as danças que surgiram foram ótimas!
Após toda esta preparação para o olhar voltar ao nosso corpo a atividade se voltou à observação.
Cada uma com seu espelhinho escolheu de onde partiria o seu auto-retrato: dos olhos? da boca? da mão? Cada uma fez sua escolha e o resultado foi muito bom: retratos extremamente diferentes entre si, todos com linhas e cores que diziam respeito à imagem a ao corpo observado.
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